domingo, 26 de fevereiro de 2012

O QUE É "ABS"?!?!

Agradecendo a participação, e o esclarecimento trazido pelo Fernando do Pandeiro, aqui do Rio, estou postando alguns trechos do texto que encontrei no site wikipedia sobre o "ABS", que é um MATERIAL utilizado no fuste (corpo) de alguns pandeiros, e não uma marca.

"Acrilonitrila butadieno estireno, cuja sigla ABS deriva da forma inglesa acrylonitrile butadiene styrene, é um copolímero composto pela combinação de acrilonitrila, butadieno e estireno. O resultado físico deste copolímero é um material termoplástico rígido e leve, com alguma flexibilidade e resistência na absorção de impacto, muito comum na fabricação de produtos moldados para usos diversos. Esta resina sintética termoplástica pode assumir quaisquer formas e cores, por moldagem térmica a altas temperaturas e adição de pigmentos ... está presente nos tacos de golfe ... partes de automóveis e  motocicletas, corpo de eletrodomésticos e outros dispositivos eléctricos, periféricos de computadores, telefones, máquinas calculadoras, ventoinhas eléctricas, partes de aparelhos de tv, máquinas de jogos, partes de aspiradores, aparelhos de ar condicionado, etc ... é muito usado também na fabricação de punhos de ferramentas, e material de escritório, caixas para produtos cosméticos ... é igualmente usado em capacetes de segurança, réplicas de armas do airsoft (jogo de guerra semelhante ao paintball), e também em muitos brinquedos (legos são um bom exemplo da alta qualidade deste material sintético) ..."

Para quem quiser ler o texto na íntegra, segue abaixo o endereço.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Acrilonitrila_butadieno_estireno

Grande abraço,
Fábio.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

PANDEIRICES CARNAVALESCAS !!!


Bloco “É DO PANDEIRO”

Mestre:  Pedro Lima
Dia:       19/02, domingo de carnaval
Horário: 16 às 22 horas
Trajeto:   concentração na praça São Salvador, em Laranjeiras.

Músicos:
Tereza Pineschi (voz), Saulo Battesini (guitarra), Daniel Ansor (violão), Ailton Santana (cavaquinho), Pedro Lima, Filipe Paiva e Marcelo Aragão (percussão).

Convidados especiais:
Carlos Negreiros (percussão), Giulia Drummond (voz), Márcia Bulcão (voz e violão) e Ricardo Barreto guitarra).
 

Bloco “TUM TÁ QUE TÁ”

Mestre: Clarice Magalhães
Dia:       19/02, domingo de carnaval
Horário: 17h
Trajeto: saída da estátua de Dorival Caymmi, posto 6, Copacabana, e parada no quiosque mais próximo do ponto de partida.


Um ótimo Carnaval pra todos!
Abraços,
Fábio.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Anatomia de um pandeiro 2

Depois de uma longa estrada, acho que finalmente cheguei muito próximo do que eu imaginava para um pandeiro de nylon, com um custo benefício bem razoável. Como nunca me conformei com a "obrigatoriedade" dos pandeiros de nylon industrializados, com aqueles fustes de compensado, pesando um quilo, e com o som daquelas platinelas de ferro, eu buscava algo que reunisse o som das platinelas de latão, com um corpo mais leve. Acabei chegando nesse pandeiro do luthier Zezito Pereira, que pode ser encontrado facilmente no mercado, de vários tamanhos e configurações.  Na época, e já faz um bocado de meses, o instrumento saiu por 130,00, o que é um valor bem interessante diante da média de preço de um pandeiro de luteria. Mas que fique bem claro... isso NÃO é uma propaganda do tipo, "olhem!!! um pandeiro de luthier, muito mais barato que os outros, e tão bom quanto!!!". NÃO se trata disso. Quando se fala em pandeiro de luthier, cada instrumento tem suas características muito específicas, e carrega a arte, muito pessoal, do luthier que o construiu. Enfim... esse pandeiro é um instrumento simples, porém muito bem feito, e que atendeu ao MEU propósito. As únicas mudanças que fiz nele foram a troca das platinelas (do meu amigo Bira, aqui do Rio), e do suporte dos tensores. A pele é a original ainda, mas pretendo testar uma dessas peles hidráulicas de bateria. Ainda não coloquei o bicho numa balança, mas arrisco que ele pese um pouco mais de 400gr, o que, para um pandeiro de nylon, é MUITO leve.

Vamos então a ficha técnica:
- fuste (corpo) em pinho, com pintura imbuia;
- 5 platinelas artesanais de latão, marteladas;
- 6 tensores simples, de ferro cromado;
- aro redondo padrão;
- suporte dos tensores do tipo "garra";
- pele nylon padrão, branca leitosa.

Logo abaixo as fotos. Para quem conhece os bons pandeiros que circulam aí pelo Brasil, vai achar esse meu pandeiro bem parecido com o do luthier Marcelo Pizzotti. Meu primeiro pandeiro de couro, de luteria, foi dele. O Pizzotti é de Niterói, percussionista atuante no circuito de samba aqui do Rio, e faz excelentes instrumentos. Vale a pena conferir o modelo de nylon dele, é um instrumento mais caro, porém de qualidade superior.

Forte abraço,
Fábio.










segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Pegada !!!

A técnica... dá para ensinar! Agora... a tal da "pegada", definitivamente, não dá! Sem comentários...


 Valeu Gabriel!!!

Um abraço, Fábio.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Escola Portátil de Música 2012!!!

Infelizmente, estou publicando esse post com MUITO ATRASO, mas ainda dá tempo. CORRE LÁ!!!


Para maiores informações visite o site: www.escolaportatil.com.br

Abraço,
Fábio.

Choro e Funk ?!

Já faz um tempo que eu li em algum lugar aí pela web, que quando o Sérgio começou com o pandeiro, achavam (ou ele mesmo achava, não lembro exatamente) que o jeito dele tocar era "meio estranho". Estranho?! Bem... definitivamente não é convencional. Então... "tire a poeira" dos seus conceitos pandeirísticos, e assista o vídeo.

E viva o diferente!!!

Forte abraço,
Fábio.



Pandeiro - Sérgio Krakowski
DJ - Bruno Queiroz
Clarone - Joana Queiroz
Sax - Yuri Villar
Flauta - Dudu Oliveira
Bandolim - Henry Lentino

Câmeras: Fernando Silva e Eduardo Chamon
Gravação de áudio: Fernando Silva e Sérgio Krakowski
Direção, edicão, mixagem e finalização: Fernando Silva / uma produção Saci Estúdio.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A Dinastia !!!

Bom... é difícil falar do pai, sem falar do filho, que além de herdar o talento e a tradição, trilhou seu próprio caminho, desde a época do grupo de choro "Os Carioquinhas", formado em 1977. Para mim, esse cara é, e vai continuar sendo, responsável pela "gestação" de muitos, e muitos, novos e bons pandeiristas de choro que vem surgindo desde a virada dos séculos 20/21. A imagem que segue não está muito boa, mas ouçam com muita atenção esse pandeiro, e me digam se não escutam um surdo, um tantan, um tamborim, um ganzá, um atabaque, um reco-reco... esse aí no vídeo quebrando tudo junto com as feras do "Nó em Pingo D'água", é o senhor Celso José da Silva, filho de "Jorginho do Pandeiro", mais conhecido como "Celsinho Silva". Para quem não conhece o Celsinho, e não conhece o Choro, tá na hora de conhecer! É só dar um pulo lá na Escola Portátil de Música (www.escolaportatil.com.br), no bairro da Urca, aqui no Rio de Janeiro, todos os sábados.

Valeu Celsinho!!!

Forte abraço,
Fábio.

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