quinta-feira, 24 de junho de 2010

Afinação do pandeiro!

Salve pandeiristas! Esse assunto surgiu numa das comunas do Orkut, e eu achei interessante trazer para o blog. Vamos lá...

A pergunta do tópico era sobre a existência de um "afinador eletrônico para instrumentos de percussão", ou, um software que tivesse essa função. Então... eu já ouvi falar sobre um afinador eletrônico para baterias, inclusive, isso foi comentado no mesmo tópico de outra comuna, mas nunca soube de algo parecido que seja utilizado em pandeiros, ou instrumentos de percussão em geral. Enfim, o que parece, é que principalmente, o iniciante, quando pensa em afinação do instrumento, ele associa com a afinação dos instrumentos de sopro, cordas e etc. Pra quem toca ou já tocou, por exemplo, violão, conhece o nosso velho amigo LÀ universal, certo? O tal dos 440hz. Pois é. Mas quando se fala em instrumento de percussão... a história muda um pouco. O pandeiro, que é um instrumento da família dos tambores de armação, é um instrumento MENBRANOFÔNICO, ou seja, o som dele é produzido pela percussão de uma membrana, que está tensionada sobre uma armação de madeira. Entenda bem... se você grudar um afinador eletrônico na pele do seu pandeiro, e percutir... ele vai registrar uma nota, mas... acredito que isso não vai acrescentar muito no tipo de som que você pretende fazer com o seu pandeiro. Compreende?! Então... na tal afinação do pandeiro, podemos falar em REGIÕES... que seriam os agudos, médios e graves. Como eu comentei no tópico do Orkut, para situar "mais ou menos" as coisas, os pandeiros de nylon ficam na região dos agudos, e os pandeiros de couro, pela maior flexibilidade que o tipo de membrana oferece, transitam pelos agudos, médios e graves. É claro que nada impede de você tirar um som bem grave com um pandeiro de nylon. A viagem é sua, pessoal e intransferível. Concluindo a história: experimente várias "afinações" no seu instrumento, seguindo sempre aquela regra básica de "apertar" os tensores de forma igual. Se você girar meia volta no primeiro tensor , gire meia volta em todos. Se você vai fazer isso em cruz, ou em seqüência, fica a seu critério. Mas por que isso?! Porque você pode, sem perceber, ir tensionando muito mais um lado, do que o outro, e o aro do seu pandeiro vai inclinando, inclinando, podendo até, no pior dos casos, empenar o instrumento. Tendo esse cuidado básico, não existem limites e nem regras. EXPERIMENTE! TOQUE! Até você achar a sua "afinação". Fechado?!

Grande abraço,
Fábio.

26 comentários:

jorge disse...

Parabéns pelo blog Fábio!! Será que vc poderia postar algo sobre como selecionar e escolher um pandeiro? Por exemplo,oque quer dizer isso Pandeiro 10" modelo Pele Leitosa - Aro ABS 31c aro chato ou redondo...rs

Agradeço a sua atenção!!

Jorge

Fábio Ribeiro disse...

Salve Jorge! Obrigado por participar do blog, e fique a vontade!

Sobre a escolha do pandeiro, dê uma olhada num post de Abril. O título é "Começando". Talvez esse texto dê a você, pelo menos, uma direção. Quanto as outras perguntas, vamos lá: 1) pandeiro 10" = refere-se ao diâmetro do pandeiro, que nesse caso é dez polegadas; 2)pele leitosa = é um tipo de pele sintética (nylon) que é de cor "leitosa"; 3)ABS = se eu não me engano, é uma marca de instrumentos de percussão; e finalmente, 4)"aro chato ou redondo" = é exatamente o aro que fixa a pele sobre o corpo do pandeiro, e sobre ele, ficam os tensores ou afinadores. Existem dois tipos: o chato, conhecido também como "barra chata", e o redondo.

Espero ter ajudado.

Grande abraço,
Fábio.

delrio_7 disse...

quero aprender a tocar pandeiro. compro pandeiro com qual polegada ? o que muda no peso do pandeiro a polegada dele ? para iniciante qual é o melhor pandeiro ?

Fábio Ribeiro disse...

Oi delrio_7,

Fica pra você a mesma dica que passei para o nosso colega Jorge, dê uma olhada no post de Abril, chamado "Começando". Qualquer dúvida é só entrar em contato: fabioribeiro@musician.org

Quanto a aprender, se você é do Rio, posso dar duas indicações, em ordem alfabética para não favorecer ninguém (rs): "Clarice Magalhães", na escola de percussão Maracatu Brasil, em Laranjeiras, e o bloco "É do Pandeiro", no Espaço Musical Robertinho Silva, também em Laranjeiras.

Forte abraço,
Fábio.

leandro disse...

Olá Fábio.
Seu blog é muito bom. Sensacional.
Agora eu tenho uma dúvida. Mesmo depois desse tópico, eu continuo na dúvida da afinação... eu não entendo muito bem de afinação de instrumento de corda, mas sei diferenciar um Dó de um Lá (rsrs)... como essas notas, envolvidas na música (ou o tom da música) podem interferir na afinação de meu pandeiro?
Obrigado!

Fábio Ribeiro disse...

Salve Leandro,

Vamos lá então! A primeira resposta é fácil e direta: na utilização convencional do pandeiro, as notas musicais não interferem na afinação do seu pandeiro. Agora, quando falamos em afinação do pandeiro, estamos tratando de regiões (agudos, médios e graves), que correspondem ao quanto você "aperta" ou "afrouxa" a tensão na pele do seu instrumento. Quanto mais apertada, mais agudo, e quanto mais frouxa, mais grave. E o médio, seria algum lugar intermediário entre uma referência de agudo e grave. Quando o músico diz "vou afinar meu pandeiro"... ele vai, na verdade, apertar, ou afrouxar, os tirantes que tensionam a pele, até encontrar um "timbre" que lhe agrade, ou que seja adequado ao estilo de música que ele pretende tocar. Exemplos: se é um pandeiro de nylon, geralmente a pele é extremamente esticada, o que dá aquele timbre bem "agudo", ou se é a pele de couro, pode estar meio frouxa, o que vai dar um "grave", talvez bom para um baião, ou ainda, nem muito esticada e nem muito frouxa, que fica no "médio", que pode cair bem para os sambas e choros. Mas a verdade é que não existe uma regra rígida, entende? Por isso eu sempre digo, EXPERIMENTE! Fechado?!

Forte abraço,
Fábio.

lucas disse...

o que eu posso fazer pra melhora o som do meu pandeiro ... ele é daqueles de vinil, não consigo tira grave nele nem por decreto. ja tentei varias afinaçoes diferentes.
vllw ;D

Fábio Ribeiro disse...

Oi Lucas!

Se o que você chama de "vinil" é o pandeiro de pele de nylon, realmente vai ficar complicado tirar um timbre "grave" real e bom dele. Nada impede de você afrouxar o máximo possível os tensores, e chegar num timbre grave. Mas fica muito ruim, porque esse tipo de pandeiro foi criado para ter essa característica, que são os timbres bem agudos. Se você tem vontade de experimentar outros timbres além do agudo desse seu pandeiro, eu aconselho que você comece a pesquisar um bom pandeiro de couro. No pandeiro de couro, a história se inverte... você dificilmente terá os timbres agudos de um pandeiro sintético (nylon), mas terá bons agudos, excelentes médios e graves fantásticos. Ok? Valeu pela participação, e sinta-se a vontade para qualquer outra pergunta.

Grande abraço,
Fábio.

RosbonGar disse...

Olá Fabio, eu queria tirar uma duvida sobre a afinação do pandeiro.É de pele, não sei de que animal, mas deve ser o de sempre, cabra, RSS, Pois me falaram que é bom colocar no sol para dilatar a pele e só depois quando ele estiver bem esticado ai começo a afinação, mas quando vi aqui na net que não se deve colocar no sol ai fiquei preocupado para não fazer besteira. Então, coloca-se no sol ou não, tem que ir afinando de aos poucos como normalmente vi nos vídeos na net?

Fábio Ribeiro disse...

Salve Rosbongar!

Desculpe a demora no retorno, mas ando meio "desconectado" do blog... muito trabalho. Mas enfim, essa questão do tratamento da pele é bem pessoal. O que posso te dizer objetivamente, é que acho meio arriscado e sem propósito essa questão do sol. Os tambores muito antigos (inclusive pandeiros) que não possuíam ainda as tarrachas (ou tirantes), eram "afinados" no calor, ou seja, eram colocados sob o sol ou próximo de uma fonte de calor, para esticar a pele. Mas como hoje temos os tirantes para a afinação, não vejo finalidade nessa história de colocar no sol, e até arriscado, porque se não for uma pele muito boa e tiver alguma falha no couro, e você esquecer ela no sol, corre o risco de esticar demais e esgarçar a pele. Portanto, pra mim, o esquema é afinar pelas tarrachas, com calma, sempre tomando os cuidados que mencionei nesse post. Uma prática interessante, mas que eu mesmo não tenho o hábito de fazer, é guardar o instrumento com a pele totalmente frouxa. Teoricamente, esse cuidado aumentaria o tempo de vida útil da pele. Essa eu acho que faz sentido, concorda?!

Grande abraço,
Fábio.

RobsonGar disse...

voce tem e-mail de contato?
ou usa o msn?
coloca aqui pra eu add se não for encomodar muito!!
vlw pelas informações!!!
abraço!!
e o mau nome era pra ser RobsonGar... foi um pequeno erro...rss..

Fábio Ribeiro disse...

Tranquilo Robson!

Meu e-mail de contato é "fabioribeiro@musician.org". E quanto ao MSN, estou precisando mesmo... vou cadastrar nesse e-mail.

Abraços,
Fábio.

Santhiago disse...

Eaeh Fabio, tenho um pandeiro RMV que eu acho que não segura a afinação pois depois de afinado eu toco apenas um pouco e logo ele ja ta com som de lata. Ja coloquei fitas para tentar resolver mais não resolve. Sera que vc num teria umas dicas pra mim melhorar meu pandeiro? Abrs

Fábio Ribeiro disse...

Boa noite Santhiago!

Tenho demorado um bocado para responder os posts aqui do blog, e me desculpo por isso, mas o tempo está escasso mesmo...

Vamos lá então! Olha, pelo que você relatou, parece que a afinação está cedendo conforme você toca, é isso?! Se é isso, as fitas não ajudam em nada. Elas são para tirar o excesso de harmônicos, que seria, a grosso modo, o excesso de vibração da pele, o "tuuuuummmmmmmm". Entende? O som fica mais seco, "tum". Bem... até hoje eu não vi isso acontecer, pelo menos, não de maneira tão perceptível, com pandeiros de nylon. Você toca em locais MUITO quentes? Eu te pergunto isso porque, todos os materiais (couro ou nylon) dilatam e retraem com as mudanças de temperatura, mas esse comportamento é muito mais dos pandeiros de couro, que é matéria orgânica. Também acho pouco provável os tensores (tarrachas e porcas) estarem cedendo. Bom... eu faria duas coisas: 1) afrouxaria totalmente os tensores e começaria a afinar, sempre dando a mesma quantidade de voltas para cada tarracha, até que a afinação ficasse o mais aguda possível; 2) se, a afinação voltar a ceder, eu te aconselharia a levar o instrumento num luthier, ou, alguém mais experiente. Ok?

Espero ter ajudado.

Um grande abraço,
Fábio.

Santhiago disse...

Brigadão Fabio, onde toco pandeiro e bem fresco e acho que não esse o motivo dele afroxa, mais deixei o som no agudo e ta durando a afinação, mas os tensores foram quase ao limite tenho esse pandeiro a mais ou menos 1 ano e 8 meses e toco ele praticamente todos os dias sera que ja e hora de comprar outro? abrs

Matheus disse...

Olá, gostaria de saber se o numero de tarrachas de afinação faz muita diferença, porque to afim de comprar um pandeiro de 10 polegadas da contemporânea e tem um com 7 duplas, ou seja 14 tarrachas, e tem outro com 9 duplas, 18 tarrachas. faz diferença? desde já obrigado ae, muito bom o blog!!

Fábio Ribeiro disse...

Salve Mathues!

Seguinte, o que nós chamamos de tarrachas de afinação ou afinadores, são simplesmente os tensores responsáveis pela tração da pele.

Mais tensores: maior tração, melhor sustentação dessa tração, e um timbre agudo de melhor qualidade, porém, eles contribuem para o peso total do pandeiro, e exigem um cuidado maior na hora de "afinar".

Menos tensores: menor tração, timbre agudo inferior, e "afinação" mais simples.

Então... se o que você busca é justamente aquele timbre agudo do pandeiro nylon, e já está preparado para o peso característico desse tipo de pandeiro, quanto mais tarrachas, melhor.

Abraço,
Fábio.

Robson Garcia disse...

Ei cara, estou novamente aqui com outra dúvida que me persegue. É a de quanto de força se pode afinar o pandeiro, no meu caso é de pele animal... Que estava vendo outros pandeiros no youtube e vi que são bem arrochados e com um som bem legal, mas tenho medo de afinar e pegar pesado estragando o pandeiro. Poderia me ajudar aqui nessa angustia, rsrsrs... Você já sabe o que estou falando quando digo que vi uns pandeiros arrochados, mas aqui um vídeo pra ajudar na resposta...
http://www.youtube.com/watch?v=v8wW0MPg9l8
Obrigado pela atenção e espero resposta. Até mais...

Fábio Ribeiro disse...

Oi Robson,

Seguinte... na verdade não existe um limite. Por exemplo... eu já vi pandeiros de couro afinados num timbre muito mais agudo do que o pandeiro do vídeo. Nunca soube de alguém que tenha "estourado" a pele por exagerar na afinação. O que pode acontecer, principalmente no caso do couro, é da pele ter alguma falha e rasgar com a tensão, mas nunca soube ou vi algo parecido. Mas essa "falha" da pele, quando existe, é relativamente visível. Em algumas peles bem finas (que dizem ser de boi...), que acompanham pandeiros de custo mais baixo, é só colocar a pele contra a luz, que você, provavelmente, vai encontrar algumas falhas. Isso também pode acontecer nas peles de cabra, mas a qualidade das peles caprinas é infinitamente maior. Enfim... como eu sempre escrevo por aqui, NÃO existe uma regra definida. Tem gente que gosta de guardar o pandeiro com a pele totalmente frouxa, outros passam cêra de abelha, ou vela, na pele, azeite de dendê... e tem gente que até deixa no sol e/ou no sereno (???).

Mesmo sendo a flexibilidade de afinações (agudos, médios e graves), uma característica do pandeiro de couro, o grande lance dele são os médios e os graves, então, acho difícil alguém puxar uma afinação num pandeiro de couro, tão aguda, a ponto de romper a pele. Para isso, temos o pandeiro de pele sintética, que tem a característica oposta ao couro, os super agudos. E olha... arrebentar uma pele sintética com a afinação... acho que só no alicate. rs

Portanto... RELAXE, vá descobrindo aos poucos a sua afinação, e o seu SOM.

Forte abraço,
Fábio.

Robson Garcia disse...

Obrigado! Ajudou muito, pois eu tava com medo de arrebentar o único pandeiro que tenho(por enquanto, rsrsrs) e vou aproveitar muito a sua experiencia, ok? Eu não tenho conhecimentos nessa area "teorica" do prandeiro... rsrsrs. E por sinal, aproveitando a oportunidade eu queria pedir pra que, se num for pedir muito, você podesse ver esse meu vídeo que gravei... Um começo, pois quero ainda gravar outros!
Novamente agradeço pela ajuda. Abraço,
Robson Garcia

http://www.youtube.com/watch?v=k3RreETAEOg

Fábio Ribeiro disse...

Salve Robson,

Seguinte, ficou claro no seu vídeo que você já mostra sinais de um componente muito importante para quem está estudando um instrumento de percussão, a "destreza", ou seja, a habilidade em executar alguns efeitos, ou recursos, no instrumento. Você está no caminho. Mas nunca se esqueça de duas coisas: 1ª) a qualidade e a "pureza" do seu som, vem em primeiro lugar, e não a "velocidade"; 2ª) a técnica, as firulas, as performances, devem estar a serviço da MÚSICA. Eu acho que já comentei aqui no blog que ouvi uma vez da boca do próprio Marcos Suzano, num dos seu workshops, que as vezes, ele descobre um efeito super bacana no pandeiro, mas que não consegue encontrar uma "aplicabilidade musical" desse efeito... entende? As técnicas, os efeitos, a habilidade que a gente vai desenvolvendo com o tempo de prática são muito importantes sim, mas para uma execução de qualidade da música que você deseja fazer. A não ser, é claro, que o objetivo do praticante não seja necessariamente a música, seja somente brincar, descobrir efeitos, e etc. Então... esse blá blá blá todo é pra dizer que você está no caminho, e seja qual for o estilo que você curte, não se esqueça da MÚSICA, ouça muitos CDs, vejas muitos DVDs, ouça outros pandeiristas e percussionistas, e estude, pratique, estude, pratique, e depois, estude e pratique mais um pouco. rs

Grande abraço,
Fábio.

Robson Garcia disse...

Obrigado pelas dicas. Vejo isso mesmo! É que esse vídeo eu fiz apenas para mostrar as técnicas e tal, o que você mencionou antes...
Ainda não defini o meu estilo musical, mas tudo indica que vou para a música instrumental. Meu primo, uns amigos e eu vamos formar um grupo instrumental. Acho muito massa! E como você colocou antes, eu vejo que no instrumental da para colocar muitos efeitos, usar bastante técnica e, é claro, a pureza do som, rsrsrs. Quando pego no pandeiro o que mais vejo são os detalhes dos sons que é possível obter nele. Me apaixonei mesmo pelo pandeiro rsrrss.
E só pra ajudar na conversa, a câmera que gravei não é tão boa pra pegar as diferenças de tons que coloquei hehe, aí ficou apenas num tipo de tonalidade, rsrsrs, mas nós vamos gravar umas músicas aqui em qualidade ótima, rsrsrs, aí vai da pra pegar o que eu queria mostrar no vídeo, rsrs. Obrigado pela ajuda cara! Abraço!
Qualquer coisa eu venho te aperrear novamente! Hehe



Outra coisa. Já fizesse o teu msn, rsrsrs...

sandro_oso disse...

Olá!

Acabei de comprar um pandeiro contemporânea tamanho 10 para samba/pagode. Minha dúvida é bastante simples, eu não sei exatamente se devo afrouxar a pele toda a vez que for deixar de tocar. A pele é de Nylon, mas tenho medo de danificar o iinstrumento se deixar esticado, mas o problema é que toco umas 3 vezes por semana, ter de afrouxar e afinar toda vez que for tocar é meio incômodo não?

Agradeço desde já a atenção!

Robson Garcia disse...

Eai cara, quanto tempo...
Vim aqui pra te perguntar se ja faz um Facebook rsrsrs...
É bem mais facil de manter contato.

Davi Soares Souza disse...

Fábio,fui afinar meu pandeiro, e a porca dele roçou, existe alguma compra que eu possa fazer? Tem alguma dica para se concertar?O que devo fazer ?

Fausto Sampaio disse...

Fábio comprei um pandeiro de couro para melhor aprender os rítimos nordestinos e não estou conseguindo realizar o TRINADO,o meu dedo não consegue aderência, mas no de nylon faço bem. Tem alguma dica para me dar?

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